Somos presos; e presos pelo rompimento. Por um olhar, por um gesto, por uma palavra, por um comportamento que rompa. Que rompa com os contratos, com a moralidade, com a normatividade. O rompimento é a própria anomalia, e o preso, encarcerado, isolado, banido, o próprio anormal. É necessário racializar e organizar, observar, controlar e castigar. [...]
